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Arquivo de novembro, 2009

Assista e vote na melhor animação do I Prêmio Bizeh de Direitos Animados

20, novembro, 2009

Cinco animações participam da fase final de premiação do prêmio Bizeh de Direitos animados. Chegou a hora de escolher qual é a melhor animação. Os três primeiros colocados receberão prêmio em dinheiro. Assista e vote!

votacao-premio-bizeh-de-animacaoO Inesc tem o desafio de popularizar e problematizar o debate sobre direitos humanos e orçamento público. O Prêmio Bizeh de Direitos Animados foi criado para motivar este debate que, a princípio, parece árido e distante do cotidiano da maioria das pessoas.

Com isso, queremos trazer poesia, humor, sensibilidade e novas linguagens para movimentar idéias e reafirmar o compromisso social em torno da democracia e dos direitos humanos.

Clique aqui para assistir e votar na melhor animação do I Prêmio Bizeh de Direitos Animados.

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O Presidente não lê

19, novembro, 2009

lula-moedaSou otimista, mas tenho meus momentos depressivos. Cada um tem um jeito de se livrar do mau humor e do desânimo que toma conta da gente.

Algumas pessoas se deixam dominar. Outros se metem na cama e se recusam sair do quarto. Tem gente que briga. Bate na mulher, nos filhos, nos cachorros.

Os motivos da depressão são muitos e, em geral, insignificantes para os que estão do lado de fora. Você pode imaginar que uma pessoa entre em depressão porque leu uma matéria que o Presidente da República declarou que “não lê e que quando tenta ler tem azia”?

O jornalista da revista Piauí perguntou se tem o hábito de ler jornais. Diante de uma pergunta destas o presidente Lula, experiente, deveria ter dito “leio a Bíblia”, e ficaria bem com o eleitorado.

Quantas vezes olhei a estante cheia de livros, nem todos lidos inteiramente, e senti azia. Azia por reconhecer que ainda sei muito pouco. Que a vida é curta diante da vontade de ler tudo o que gostaria. Creio que os que gostam de ler já experimentaram o mesmo sentimento.

É possível que a azia do Presidente tenha, sem saber, o mesmo motivo. Ao tentar ler se reconhece tão ignorante que tem azia. Mas, como não lê, não sabe que quanto mais lemos mais reconhecemos a nossa ignorância. A frase “só sei que não sei”, jamais lhe passou pelos olhos.

O que mais me colocou para baixo foi perceber a gravidade da declaração diante de uma nação composta de analfabetos funcionais. Pessoas que lêem, mas não entendem o que lêem. A mensagem enviada para a sociedade foi desastrosa. Justifica o baixo índice de leitura existente no país.

De que serviram todas as pesquisas demonstrando que o nível de escolaridade aumenta a possibilidade de trabalho e renda? Como estimular as pessoas a estudarem, se formarem, se o Presidente da República não lê!

Faça um concurso público e veja os critérios exigidos. Mas, o principal servidor público do país, não gosta de ler. Tem azia! Um amigo meu diria: “tem azia e tem voto!”. É, de fato, tem voto, mas em compensação tem uma estreita visão de mundo.

Muitos dirão que a experiência substitui o diploma formal. Concordo e respeito o conhecimento dos povos originários. Um xamã, uma rezadeira, um manipulador de ervas medicinais, pode ter um conhecimento mágico que transcende as leis da medicina. O Presidente não é nada disso, ou é?

Ninguém desconhece a astúcia política do presidente Lula. Não é disso que estamos tratando. Estamos nos referindo às mensagens que uma figura poderosa, como o Presidente, pode passar para melhorar (ou piorar) a sociedade que o cerca. Qual a mensagem que passou o literato e presidente do Senado Federal, José Sarney? É isso que quero dizer.

Já pensaram que maravilha se o Presidente tirasse uma hora de seu dia para ouvir os melhores poetas, escritores, artistas e professores do nosso país. Não para encaminhar reivindicações, mas para ouvir poemas, contos, resumos de romances, receber indicações de leitura, entre outras coisas. Que mensagem poderosa à nação!

Mas, isso não vai ocorrer porque o Presidente não lê. Então, não vai ler este artigo. Nenhum assessor vai informar isso a ele. Para que chatear um homem que tem cerca de 80% da opinião publica a favor? Uma deslizadinha de nada…

Foi por isso que caí em depressão. E só me livro dela escrevendo o que pressiona meu coração. Agora já estou melhor do que quando comecei. Pensei que alguém da família pudesse ler. Talvez a Mariza… Acho bom parar por aqui, senão a depressão volta.

Edélcio Vigna, assessor do Inesc

Edélcio Vigna Sem categoria

Adolescentes de escola rural debatem exploração sexual de crianças

13, novembro, 2009

Por Marcia Acioli*

No dia 11 de novembro 24 adolescentes do projeto ONDA- Adolescentes em Movimento pelos Direitos, projeto coordenado do INESC e apoiado pela Kindernothilfe, reuniram-se para debater com a Conselheira do CONANDA e professora da Universidade Católica Goiás, Malu Moura. O tema de interesse do grupo, a grande maioria do Centro de Ensino Fundamental Carlos Mota / Lago Oeste, era a violência e exploração sexual de crianças.

Motivados/as pelo desafio de escreverem uma matéria sobre o assunto para a Revista Adolescente, publicação do projeto prevista para 2010, o grupo de estudantes preparou uma entrevista. O tempo era limitado, portanto foi necessário concentração e objetividade.

Para iniciar o diálogo, Laís (16 anos) explicou o projeto ONDA como uma iniciativa que leva formação sobre direitos na sua escola a partir de oficinas e atividades de integração com outras escolas e informou que neste ano os/as adolescentes estão finalizando o processo com uma Revista produzida por eles e destinada a adolescentes que discutirá os temas centrais do projeto: direitos humanos e orçamento público. Ludmila (16 anos) perguntou, indignada, por que não se ensina os direitos nas escolas. Segundo a menina, conhecer os direitos é uma importante estratégia para se defender de diversas formas de violência.

oficina-exploracao-sexual-bsb-nov-2009-inesc3Malu, imbuída de uma postura delicada e séria, fez uma abordagem muito envolvente explicando a importância damobilização de adolescentes em torno deste tema. Por outro lado, a curiosidade dos/as meninos/as motivou uma fala mais complexa. Dentre suas preocupações, destaca-se o sofrimento em silêncio de crianças e adolescentes violentadas e com isso, os/as adolescentes quiseram saber como motivar a denúncia. Outra preocupação manifestada foi com relação aos danos e possibilidades de fala/denúncia sobre a violência. Malu explicou que para fazer a denúncia é preciso que a criança ou o adolescente sinta-se segura, amparada e confiante e que estes sentimentos podem ser encontrados no contato com amigos, professores, familiares e/ou profissionais. No entanto, a criança assustada também tem dificuldades em confiar. O processo seria no ritmo da necessidade de cada uma e que é essencial uma rede de proteção que atenda tanto a criança como a sua família. Segundo Malu, muitas crianças atendidas ajudam a outras pessoas motivando-as a fazer a denúncia. A conselheira também esclareceu que como a sociedade coloca a mulher no lugar da vítima sexual, fica mais difícil para o menino assumir a violência sofrida. Essa modalidade de violência pode significar também uma ‘mácula’ na sua sexualidade e masculinidade. Quanto aos danos, a professora ressaltou muito que a violência é uma experiência apenas e que esta é menor do que a pessoa. Ela deu muita ênfase na necessidade de se olhar a pessoa e não apenas o ocorrido. Ou seja, “há possibilidades de superação e de uma retomada à vida ‘normal’, mesmo carregando uma experiência de dor”, respondeu à Gabriella (16 anos).

Eli (18 anos) quis entender como uma pessoa dita normal se torna um agressor. Malu explicou que a violência é uma atitude construída também socialmente num contexto em que mulheres e crianças são tratadas como objetos e as pessoas são classificadas segundo a cor de sua pele. Explicou ainda que a grande violência não brota de uma pessoa, mas que é alimentada ao longo da vida. Adriana (17 anos) perguntou se o agressor em geral foi vítima de violência sexual. Malu rebateu esta idéia, mas disse, que ao pesquisar e tratar de agressores, é muito comum que tenham experiências de infância muito ruins, com péssimas lembranças.

Preocupada com as crianças sem cuidadores (meninos e meninas de rua, por exemplo), Ludmila perguntou quem seria responsável para assegurar-lhes proteção. A resposta foi que essa responsabilidade se encontra no artigo 227 da Constituição e no artigo 4º do Estatuto da Criança e do Adolescente: família, sociedade e do poder público.

Outras perguntas elaboradas não tiveram chances de serem tratadas, mas o diálogo foi intenso, bonito em clima de muito afeto. O importante foi alimentar um debate que até pouco tempo era tabu. Sem espaço para a fala a pessoa definhava na solidão de sua dor. Saindo da dimensão pessoal, a violência pode ser compreendida como um problema social a ser enfrentado politicamente.

A fala de jovem para jovem é um caminho seguro para disseminar o debate a partir de um olhar de direitos. A linguagem própria assegura interesse, envolvimento e debate de outros adolescentes.

*Marcia Acioli é assessora de políticas para infância e adolescência


Inesc Sem categoria

Como uma onda no mar

10, novembro, 2009

projeto-onda7Por Marcia Acioli

O projeto ONDA: Adolescentes em Movimento pelos Direitos é um trabalho realizado pelo  Inesc com apoio da Kindernothilfe. O projeto visa introduzir o tema dos direitos humanos e do orçamento público em escolas do Distrito Federal. Todas situadas em diferentes cidades do Distrito Federal (DF), dentre elas, há uma escola rural. Atualmente são seis escolas, a maioria em regiões de maior exclusão social.

O objetivo do projeto é assegurar o envolvimento de crianças e adolescentes na discussão sobre direitos e cidadania, observando como se relacionam com o orçamento público. A idéia é fortalecer a capacidade de atuação dos(as) jovens na conquista de seus direitos e no monitoramento das políticas públicas a eles(as) destinados.

A metodologia é baseada nos princípios da educação popular e da arte-educação, por serem formas de garantir o envolvimento e intensificar a prática da leitura de mundo e amplar recursos expressivos para falar sobre a realidade.

As oficinas nas escolas partem de um momento estético onde aos poucos são introduzidos conceitos e debates mais aprofundados sobre direitos humanos, orçamento público e caminhos para monitorá-los. A série de encontros aborda também questões referentes à participação democrática e organização do Estado. Na oficina de comunicação, os(as) meninos(as) passam a desenvolver maior capacidade de leitura de mundo e de elaboração crítica de seus pontos de vista.

Imediatamente os(as) adolescentes passam a frequentar espaços políticos importantes, como Câmara Legislativa do Distrito Federal, Congresso Nacional e Fórum Orçamento Criança e Adolescente do Distrito Federal. Também participam de Audiências Públicas nas quais são debatidas as principais questões que afetam seus direitos.

Os meninos e as meninas aprendem que podem apresentar sugestões de emendas, e que a comunidade escolar precisa monitorar o orçamento durante o ano para garantir que haja a aplicação adequada dos recursos.

Ao longo deste processo, os alunos e alunas têm exercícios de escritas, fotografia e ilustração. A cada ano, o projeto produz uma sistematização do processo e publica de forma atraente. Em 2009, o produto será uma revista produzida pelos(as) adolescentes. O objetivo da revista é ampliar o debate, promover articulações entre os temas, aprofundar o olhar sobre questões que apareceram ao longo das oficinas. A revista terá como tema central os direitos humanos e orçamento público.

Este trabalho também se insere na prática de incidência no parlamento realizada pelo Inesc. Outro projeto executado Inesc, Criança e adolescente: prioridade no parlamento, monitora decisões legislativas e incide no Congresso Nacional para a construção de novos direitos, bem como para não permitir perdas das conquistas sociais na área da infância e juventude.

Enfim, o projeto tem uma agenda de trabalho criativa e aberta, capaz de interagir com a dinâmica da realidade. Já apresenta alguns resultados significativos, mas o maior deles é a mudança cultural que produz novos atores políticos e prova que adolescente é gente séria e do ponto de vista de Gabriella (16 anos): “os/as adolescentes são seres inteligentes e capazes, que não ficam calados, não são comprados e, muito menos, são manipulados”.

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Brasil precisa de mais transparência orçamentária

10, novembro, 2009

lupa“O Brasil precisa ampliar o acesso da população às informações sobre o que é feito com o dinheiro público, indica a pesquisa Índice Latino-Americano de Transparência Orçamentária, feita em 12 países da América Latina. Entre os Poderes da República, o menos transparente é o Judiciário, de acordo com o levantamento.

O Brasil ficou em quarto lugar no ranking, com 49 pontos em uma escala de um (nada transparente) a cem (totalmente transparente). Em primeiro lugar ficou a Costa Rica (69), seguida do Peru (54) e Panamá (50). A última participação do Brasil no levamento foi em 2003, quando alcançou 50 pontos”.

Leia a reportagem completa de Kelly Oliveira, da Agência Brasil sobre a pesquisa realizada pelo Inesc, em parceria com organização Fundar, do México. A mesma notícia foi ainda reproduzida no site do UOL.

Acesse ainda a publicação do  “Índice Latino-americano de Transparência Orçamentária 2009 - Brasil”

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A escola como lugar de pensar e fazer política

10, novembro, 2009


a-e-escola-e-politicaPor Márcia Acioli

Dizem que adolescentes não gostam de política. Que esta é uma geração alienada, apegada ao consumo desenfreado ou a manifestações inconseqüentes de rebeldia sem causa.

Nas escolas há um clima de descrédito: de um lado, professores/as não acreditam na qualidade de uma educação possível em condições bastante desfavoráveis; de outro, meninos e meninas vivem dispersos e conturbam o ambiente onde poucos/as ‘querem’ aprender.

Este pode ser um quadro mostrado diariamente na mídia e bastante comentado entre profissionais da educação e comunidade escolar. No entanto, é apenas uma perspectiva de uma realidade complexa, rica, plural, diversa. É um recorte ínfimo de uma realidade ampla.

A sociedade alimenta o mito da juventude violenta, envolvida com questões rasas, centradas nos interesses de pequenos grupos, ou, como querem fazer crer, de gangues. O desserviço que a grande mídia presta ao vincular a imagem juventude de periferia (negra na sua grande maioria) à violência promove outra conseqüência além de fixá-los no lugar da marginalidade. Ao enfatizar um aspecto omite, negligencia outros. As virtudes, os feitos, a força criativa, a solidariedade não são divulgadas como se não existissem.

É sempre bom lembrar que as palavras têm poder de criar, bem como de destruir, realidades. Para muitos, passa a existir o que foi dito (ou escrito).

Essa abordagem insistente, forjada pelos meios de comunicação, reforça uma identidade transgressora associada a uma determinada ideia de poder. Neste contexto a violência passa a ser uma linguagem por meio da qual se estabelecem relações cotidianas na disputa por autoridade. Territórios são demarcados e os conflitos acirrados. Neste caso, vence quem tem força.

O círculo vicioso retroalimenta esta lógica. A roda gira sem sair do lugar.

Entram em jogo todos os personagens da escola: estudantes, profissionais da educação e comunidade.

O caldo entorna quando os estudantes não encontram outras motivações para o exercício do poder; quando os profissionais não constroem canais de diálogo que sejam pautados pelo respeito, pela compreensão e sejam orientados pela horizontalidade das relações e/ou quando uma comunidade violentada pela exclusão se vê sem chances de participação verdadeira na educação dos/as seus filhos/as. Não é raro ver na escola uma mãe ou um pai intimidado naquele espaço que não lhe(s) pertence(m).

É ingenuidade pensar em uma escola sem conflitos. Isso nem é desejável, afinal a democracia é o exercício da pluralidade de interesses. O que não dá para admitir é uma escola sem diálogos, sem a prática cotidiana da negociação de ideias.

A experiência do Inesc em escolas públicas de periferia do Distrito Federal tem revelado coisas interessantes.

Quando os/as adolescentes são motivados/as a discutir temas relevantes o entusiasmo se torna evidente. Aos poucos cada um/a se conecta a uma causa e, ao compartilhar desta utopia coletiva, as disputas deixam de girar em torno de autoridades personalizadas para se efetivar por causas coletivas. O desafio posto é: como motivar e contribuir para a melhor fundamentação de suas leituras de mundo. É importante que suas percepções e falas sejam cada vez mais consistentes a partir de informações, acesso a outros sujeitos, diálogos e construção de novas opiniões. Este é um papel que cabe à escola de uma forma privilegiada.

Ao identificarem causas que sejam comuns, baseadas em um ideal de mundo melhor, meninos e meninas compreendem que é importante que cada pessoa tenha seu espaço de participação garantido e que suas necessidades específicas devem ser observadas.

Outra lógica passa a tecer suas relações. Os eventuais conflitos pessoais internos se reduzem. O embate agora é político.

Diferente do que muitos imaginam a escola pública não é sinônimo de má qualidade de educação. Há projetos pedagógicos importantes que estimulam estudantes a se envolver com temas centrais do mundo contemporâneo, há professores com amplo envolvimento com a escola que agregam alunos/as e os entusiasmam, há expressiva produção de cultura.

Estes elementos coexistem com inúmeros problemas que afetam a educação pública do país, e com outras dificuldades que variam de escola para escola. O importante é saber que a escola pública agrega um universo plural, e que por ser diverso, possibilita uma convivência que alimenta a riqueza humana imersa em contextos de contradições. Os vários modos de ser são essenciais para compor e movimentar a humanidade.

É preciso, pois, promover aos/às alunos/as mais oportunidades para olhar ao redor, pensar e problematizar o mundo e ao problematizar o mundo, transformá-lo. Vamos beber na fonte de Paulo Freire e entender que educar é um ato político.

Inesc Sem categoria

A nostalgia dos velhos tempos

10, novembro, 2009

Com a palavra e a pena, contra a intolerância talibã, o nosso querido Claudius, no blog que mantém no portal do Sidney Rezende.

A UNI OBAN nos mostra seu profundo e ridículo preconceito, expressão da mentalidade tacanha de uma universidade (!) que, em outros tempos, teria queimado a feiticeira de minissaia. A fogueira foi armada, a Ku Klux Klan estava a postos e a imolação aconteceu - moralmente falando. O recuo do reitor, readmitindo a aluna e anulando a decisão do Conselho, que havia justificado a expulsão em anúncios pagos nos jornais do último Domingo, demonstra seu receio de que a investigação do Ministério da Educação descubra coisas ainda mais escabrosas nos porões daquele estabelecimento comercial.

Atila Roque cultura e política, fundamentalismo, mulheres, violência