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100 vezes Cláudia, por Olga

21, março, 2014

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A mulher arrastada pela Polícia Militar tinha nome – Cláudia Silva Ferreira. Cláudia também tinha família. E sonhos, coragem, dores e medos como qualquer ser humano. As denúncias da barbárie ocorrida são importantes e elas não devem cessar. Mas fugir do sensacionalismo e humanizar esse momento também é. Por isso, o blog ThinkOlga se propôs a retratar Cláudia com mais carinho do que o visto nos últimos dias.

A convite da Olga, alguns artistas gentilmente criaram imagens sensíveis, que se dispõe a resgatar a dignidade roubada por criminosos. Este projeto se chama 100 VEZES CLÁUDIA e é aberto para que qualquer um possa enviar suas homenagens.

O intuito era publicar novas artes até chegar ao número 100, mas o número já ultrapassa essa marca. O Olga também quer imprimir algumas ilustrações e enviar para a família de Cláudia. Essa iniciativa é extremamente positiva, porque além de resgatar o sentimento humano por trás do acontecimento, tenta confortar um pouco a família de Cláudia e deixa outra imagem da mulher brutalmente assassinada.

Veja as ilustrações já publicadas aqui: http://thinkolga.com/. E caso queira participar, escreva para olga@thinkolga.comO endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. .

O que é o Olga?

O Olga é um blog alimentado pela jornalista Juliana de Faria, e pela publicitária Luíse Bello. Por meio do blog, elas se dedicam a elevar a discussão sobre feminilidade. O blog se propõe a descobrir quem é essa nova mulher, o que ela quer hoje, e criar conexões criativas mais reais e verdadeiras.

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Pare a bola!

9, janeiro, 2014

Você está sendo convidado a participar do movimento contra a Copa do Mundo de 2014. O vídeo #stoptheball é a mais nova corrente contra o evento. Enquanto investimentos em estádios e infraestrutura para a Copa são aplicados, ele mostra a precária realidade do povo brasileiro periférico a tudo isso.  A intenção é reunir pessoas em assinaturas virtuais para que não hajam mais remoções forçadas, violações e demais ações semelhantes em prol da Copa.

Em colaboração com a Articulação Nacional dos Comitês Populares (ANCOP), o vídeo é uma produção de Carla Toledo. Veja o vídeo emhttp://tinyurl.com/q693pxf

Faça a diferença também. Use o hashtag #stoptheball nas redes sociais e vote na FIFA como a pior empresa do ano no site Public Eye Awards:  http://publiceye.ch/en/case/fifa/. No momento ela se encontra em segundo lugar na votação. Mude esse quadro e faça dela campeã!

Também copie e mande o email abaixo para o Ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho:
sg@planalto.gov.br com cópia para stoptheball@outlook.com e vanessa.faria@presidencia.gov.br.

À Secretaria Geral do Governo do Brasil e ao Ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República:
Prezado Gilberto Carvalho,
Venho por meio deste pedir que o governo Brasileiro tome providencias concretas e imediatas com respeito à Copa do Mundo de 2014 e às Olimpíadas de 2016.
Peço as seguintes mudanças:
– Que o governo PARE as remoções forçadas até que elas possam ser publicamente discutidas e propriamente negociadas
– Que o governo repare as vítimas de violações e remoções
– Que o governo diga NÃO aos tribunais de exceção da Copa
– Que o governo diga NÃO às zonas de exclusão da FIFA ao redor dos estádios
– Que o governo EXIJA que a FIFA pague impostos ao Brasil e sirva de exemplo para futuros países sede
#stoptheball

Atenciosamente,
#stoptheball

Acesse o site da ANCOP: http://tinyurl.com/poxzqxn

 

 

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Site “República dos Ruralistas” expõe deputados que retrocedem a legislação ambiental

20, dezembro, 2013


Sistematizar informações sobre financiadores de campanha, patrimônio fundiário e financeiro dos ruralistas são proposituras do portal

Em parceria com o Conselho Indigenista Missionário (CIMI), o Centro de Trabalho Indigenista (CTI) e o Greenpeace, o Instituto Socioambiental (ISA) apresenta dados sobre a atuação parlamentar e o patrimônio fundiário e financeiro no site “República dos Ruralistas”.  As informações são de fontes públicas, como o Tribunal Superior Eleitoral e os sites da ONG Transparência Brasil.

Os dados apontam a ligação desses parlamentares com empresas multinacionais do agronegócio, crimes ambientais e contra populações rurais e pequenos agricultores. Evidenciam também os interesses particulares e corporativos das propostas que defendem. O perfil dos deputados e demais apoiadores dos projetos que apoiam a alteração da demarcação de terras indígenas são outros listados.

Infográficos e mapas interativos dispostos em uma aba destinada a demais análises complementam o panorama do portal. O “República dos Ruralistas” foi desenvolvido utilizando tecnologias livres e é acessível via computadores e dispositivos móveis, como tablets e smartphones. Para conhecer a fundo essas questões e os envolvidos, acesse o site: http://www.republicadosruralistas.com.br/

 

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O motivo (nem) todo mundo conhece! O de cima, sobe. E o de baixo, desce.

16, dezembro, 2013

Você sabia que o número de pessoas necessárias para encher um avião comercial de médio porte tem mais riqueza que as populações da Índia, China EUA e Brasil juntas? E esse é só um dos dados alarmantes apontados pelo vídeo “Global Wealth Inequality – What You Never Knew You Never Knew”. Através de gráficos e dados assustadores baseados em números da ONU, o vídeo faz um apanhado de situações globais onde existe uma concentração extremamente desigual de capital entre ricos e pobres.

A desigualdade social não é mais novidade para ninguém. Mesmo assim, a gravidade é ainda maior do que imaginamos. Se pararmos para pensar que 1% de pessoas detém mais riqueza que todo o resto do planeta, fica claro que há algo muito errado na distribuição de renda no mundo.  Além disso, 80% de pessoas não têm quase nenhuma riqueza, e as 300 pessoas mais ricas da terra têm a mesma riqueza que os três bilhões mais pobres. Não é de cair o queixo?

Quem dita as regras que nós seguimos são os detentores desse capital, afinal eles são donos de veículos de comunicação e grandes corporações financiadoras de políticos e pessoas influentes. São eles quem decidem o que eu e você vamos ler e o que iremos fazer. Eles pautam os jornais e as nossas vidas. Eles são capazes até mesmo de decidir indiretamente os nossos desejos e vontades!

Estar ciente dessa realidade e procurar formas de ajudar na melhor distribuição de dinheiro são essenciais para que os ideais igualitários cresçam e a desigualdade diminua. Esse tipo de ação deve começar conosco!

Assista ao vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=uWSxzjyMNpU#t=14

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Fernanda Lima, racista ou tola?

3, dezembro, 2013

Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – Ipea de 2013 aponta que a população negra (pretos e pardos) do Brasil superou em 6,5% a população branca. A pesquisa foi baseada em dados do IBGE, revelando que os negros somam mais de 97 milhões dos brasileiros, ao passo que os brancos somam 91 milhões. Segundo o Instituto, a renda dos negros equivale, em média, a 53% da renda dos brancos, e essa disparidade deve permanecer no cenário nacional pelos próximos 30 anos.

Enquanto isso, na bolha social dos intocáveis, existem aquelas pessoas que, no alto da sua zona de conforto, preferem fazer de conta que racismo é algo distante de suas realidades, além de, muitas vezes, emitirem comentários inoportunos.

Recentemente surgiu uma polêmica sobre a escolha do casal de apresentadores para o sorteio da Copa de 2014. Há rumores de que a FIFA recusou a indicação dos atores globais Camila Pitanga e Lázaro Ramos. A atriz e apresentadora, também global, Fernanda lima, foi então escalada para o evento, e em entrevista, fez a seguinte observação sobre o caso: “Fui convocada e como tal aceitei fazer o trabalho. O que eu tenho a ver com isso? Só porque eu sou branquinha?”

Diante do imbróglio, fica a seguinte pergunta no ar: Pior é abster-se da realidade social do seu país, ou posicionar-se como segregacionista assumido?

Na ausência de uma resposta convincente, fica a dica para que Fernanda Lima utilize melhor a sua imagem pública.

Vale conferir o artigo de José Renato Baptista, antropólogo e professor universitário,veja aqui  http://www.pragmatismopolitico.com.br/2013/12/racismo-o-que-eu-tenho-ver-com-isso-porque-sou-branquinha.html

Legenda: Fernanda Lima, “a branquinha”, entre os ícones do futebol brasileiro, Cafú e Neymar.

(Assessoria de Comunicação do Inesc)

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